Se eu cantasse o amor sem resultado ou causa, seria mais sensata: chegava-me uma lua de papel, um par de braços lisos, conformados
Se eu cantasse o amor sem causa ou resultado, tinha muito mais paz: fingida em luas-cheias, seria mais sensata e decerto poeta bem melhor
Assim o que me resta é lua cheia a trans- bordar de tridimensional. A paz a falhar toda e eu resolvida em causa a insistir papel. E amor.
Ana Luísa Amaral, 366 poemas que falam de amor – Organização Vasco Graça Moura
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